New York Times em RecifeEntão você também ouviu falar sobre o artigo do New York Times em Recife que escreveu em inglês e falou para o Tio Sam sobre essa linda cidade (em linha reta)? Ficou curioso para saber o que um dos jornais mais conhecidos do mundo falou sobre o seu Recife?

Nós temos duas boas notícias: A primeira é que o Inglês EASY foi a única escola que fez a tradução completa e com carinho. Ela esta logo aqui abaixo. A segunda é que as matrículas 2020 já estão abertas para você colocar o melhor inglês no currículo e estudar na maior rede de escolas de inglês de Pernambuco. Há! E não somos “só” a maior, os alunos mais satisfeitos também. Tá? 😉 Agora confere o que eles falaram. Boa leitura.

36 horas em Recife e arredores
The New York Times

Um tipo diferente de Brasil está esperando no animado recanto do nordeste do país, onde música, culinária e maravilhas arquitetônicas aguardam.

Muitas pessoas ao visitar o Brasil, fazem uma linha reta para as praias do Rio de Janeiro. Ao fazê-lo, voam sobre a quarta maior cidade do Brasil e uma das mais culturalmente fascinantes regiões do país. Recife e os recantos do nordeste do Brasil, são um mundo à parte do Rio, São Paulo e o resto do Brasil. O clima é mais quente, e muito da comida e música só pode ser autenticamente consumida na própria região. É também um eixo de agitação da política brasileira ( o nordeste, cujo Recife é a capital de fato, foi a única região a votar contra o presidente de direita Jair Bolsonaro na última eleição). Os visitantes hoje irão encontrar uma cidade que parece à primeira vista amável: uma das mais famosas músicas sobre a cidade – e um exemplo do gênero musical de Recife chamado Mangue Beat – é chamada Rios, Pontes e Overdrives, e com o que o centro do Recife se parece em grande medida. Porém, mais ao sul, estão as águas azul petróleo da praia de Boa Viagem, e no norte é a charmosa comunidade de bolsões de Olinda. Apenas alguns dias na área e os visitantes estarão apreciando um diferente tipo de Brasil.

 

  1. Sexta, meio dia almoço no centro

Essa é a cidade que adora almoçar – uma boa desculpa para sair no intenso sol do meio dia – em um beco de paralelepípedos, funcionando ao lado da praça de São Pedro, no centro do Recife, o pequeno e verde menta Restaurante de São Pedro oferece uma calçada parisiense em meio a agitação de Recife em dias de semana. O menu consiste em quatro ou cinco itens rotativos, entre eles:

O delicioso caldo do mar, cujo é a base de tomate e cheio de mariscos, camarão e peixe; com arroz de caranguejo, uma frigideira tipo paella adornada de patas de caranguejo. Uma garrafa de vinho verde português combina perfeitamente. Almoço para dois sem vinho, R$ 70 reais, cerca de U$ 17 dólares.

  1. Duas da tarde, artesanato

De cabeça para o Marco Zero, eixo central para o qual o resto do Recife se espalha, e centro de preservação cultural da cidade. Há muito para fazer, então divida entre hoje e amanhã, começando com o Centro de Artesanato de Pernambuco, uma introdução a oferta de artesanato local, de utensílios de cozinha à iconografia do carnaval, alguns dos quais estão disponíveis para compra. E se você precisar de uma sacudida, pegue um expresso na cafeteria local São Braz do outro lado da praça.

  1. Quatro da tarde, Pôr do sol no Capibaribe

Pule a hora do rush da sexta-feira e pegue um táxi até o Cais para um cruzeiro de uma hora e meia no pôr do sol no centro histórico de Recife e suas muitas pontes vistas do Capibaribe. Do catamarã ao ar livre, procure as estátuas de cerâmica do Parque de esculturas de Francisco Brennand, com obras de um dos mais famosos artistas de Recife, próximo ao Cais, em frente ao Marco Zero. Os passeios de catamarã operam às 16hrs que pega o pôr do sol no caminho de volta. Verifique a programação com antecedência. Custo por adulto: R$ 60 reais.

  1. Sete e meia da noite, Festa do Nordeste

A melhor maneira de abraçar a culinária nordestina é no Parraxaxá, no bairro de Boa Viagem, onde um tradicional buffet brasileiro por quilo de transforma em uma variedade de comida de outra maneira difícil de encontrar. Comidas locais que valem a pena experimentar, como por exemplo o bode cozido com côco seco e abóbora, carne de sol (coberta de queijo coalho) e sucos de fruta feitos com cajá e cajú. É também o local perfeito para aproveitar das saladas e folhas verdes que você possa desejar após uma viagem. Jantar para duas pessoas, R$ 80,00 reais.

  1. Sábado, Nove da manhã, Marco Zero

Volte ao Marco Zero para um mergulho mais profundo na cultura da cidade. Para um vislumbre da região atingida pela seca, vá até o Museu do Cais do Sertão (R$ 10 a entrada) onde a típica vida doméstica do interior é retratada em uma exposição familiar, onde cabines de som permitem ouvir os sons da rica história musical do estado. Experimente o delicado suco de cajú diretamente das carroças dos vendedores ao redor da praça.

  1. Meio dia, Feito na sombra

Apresentando um pátio sombreado de árvores frutíferas e com uma lista de cervejas artesanais, o Cá-Já é um ponto novo comandado por um jovem Chef cujo a comida realça vegetais frescos.Uma tigela de legumes assados cultivados em casa, wonton de carne de rã com caldo umami e um pequeno pote cheio de chocolate são alguns dos pratos para se comer, muitas vezes sob de uma camada de ervas frescas. Sugerimos reservar. Almoço para dois, R$ 100 reais.

  1. Três da tarde, Olinda a Linda

O que o New York Times em Recife achou que falta a cidade em caráter estético é mais do que compensado por seu subúrbio, Olinda, cujo centro histórico é um local da UNESCO e um dos centros coloniais mais bem preservados do Brasil, fica a vinte minutos ao norte de Recife. Ruas de pedra coloniais e sinuosas, telhados de Terra-Cota e palmeiras fazem de Olinda o sonho de um fotógrafo; sinta-se a vontade para de perder. Um bom ponto de partida é a primeira igreja do Brasil, a Catedral da Sé, no alto de uma colina chamada de Alto da Sé; além de ser o centro de Olinda, oferece uma vista gloriosa de toda a extensão de Olinda – Recife. Por volta de fevereiro Olinda se transforma em uma cidade de festas carnavalescas, é um dos principais destinos para as celebrações do carnaval no mundo. Para se ter um gostinho fora de época, entre na Casa do Bonecos Gigantes, onde estão alguns dos tradicionais bonecos de papel machê que balançam a multidão durante o carnaval (entrada, R$ 15 reais). Os compradores devorarão os vestidos tropicais e outros achados feitos à mão no atelier Período Fértil, de propriedade feminina, e quadros de artistas locais no Sobrado 7. Mantenha o ritmo a pé com um café na Estação Café, uma água de côco fresca de um dos vendedores do Alto da Sé, ou algo mais forte (como a cachaça local) na badalada Budega de Véio.

8. Sete da noite, Pôr do sol e frutos do mar

Uma vez que suas panturrilhas estiverem queimando de subir e descer as ladeiras de Olinda, passeie pela entrada arborizada e pegue um elevador de vidro até o Beijupirá, onde os ingredientes locais de transformam em sofisticados. Experimente coquetéis incomuns feitos com frutas difíceis de encontrar como acerola e caipirinha,

antes de comer o peixe grelhado e manga com gergelim. Em um clima ameno, reserve uns dias antes uma das mesas na varanda com vista para Recife. Jantar para dois: R$ 160,00 reais.

  1. Dez da noite, Observando as pessoas

De volta ao New York Times em Recife vá ao Bar Central, no bairro histórico de Recife, onde mesas estão dispostas na calçada em frente a um pequeno bloco de bares. Lá você encontrará cerveja gelada e verá pessoas casualmente divinas, especialmente em noites de fim de semana.

  1. Domingo, Dez da manhã, Praia e Bike

Junte-se à multidão aproveitando suas manhãs de domingo ao sol da praia de Boa Viagem. Entre ondas e tubarões ocasionais, muitos moradores apenas apreciam o horizonte azul turquesa de suas cadeiras de praia. Basquete, aluguel de bicicletas, vôlei de praia e tênis são todas as opções para quem quer aproveitar o fim de semana.

  1. Uma e meia da tarde, Ostras e cerveja

No Entre Amigos Praia, você pode apreciar as vibrações chiques de Miami à beira mar e ostras da região retiradas de um tanque, servidas juntamente com cerveja gelada. Você também pode convencer seu grupo a comer peixe recheado com banana da terra e farofa de camarão, pedaços de pão brasileiro feito de mandioca. Almoço para dois: R$ 160 reais.

  1. Quatro e meia da tarde, ensaio de bateria

Aquele ritmo que você esteve ouvindo por toda Recife é chamado Maracatu, uma forma musical afro-brasileira tradicional do nordeste, criado por escravos que trabalhavam nos canaviais da região, como forma de manter a conexão com a África. O som é intenso e desarmante, durante o carnaval é um dos principais ritmos ouvidos em Recife. O melhor jeito de sentir é assistir a um ensaio aberto de um dos grupos de maracatu, como o de domingo à tarde do Maracatu Ògun Onilê no Recife antigo. É uma boa ideia ler sobre as origens e significados do maracatu antes da visita, para apreciar melhor os trajes e instrumentos como o tambor alfaia, a cabaça com miçangas agbê e o chocalho de gonguê. Os ritmos podem ser considerados sagrados; portanto antes de fotografar ou filmar, é interessante pedir permissão.

 

Hospedagem

Teoricamente seria bom ficar em uma pousada singular perto do centro da cidade, mas infelizmente os hotéis no centro são bonitos porém em mau estado demais para serem funcionais, ou funcionais porém, em uma área desonesta. Os bairros do Pina e de Boa Viagem, s oito minutos de carro, oferecem a solução mais fácil. Lá os hotéis arranha-céus, voltados para o cenário corporativo, são lotados, e o que lhes carece em características é compensado por vastos buffets de café da manhã e vistas à beira mar e forte ar condicionado. Por exemplo o Transamerica Prestige Beach Class International, que soa como um “Mad Libs”* em sinônimo de “luxo”, é uma das hospedagens mais confortáveis de Recife. Fica do outro lado da ponte do centro do Recife, no Pina. Com 35 andares, é um dos mais altos do litoral. Embora imponente, oferece vistas desimpedidas e fica mais perto do Recife Antigo do que de Boa Viagem. Uma piscina, academia, e varandas privativas ajudam a compensar o ambiente estéril. O buffet de café da manhã de cortesia, oferece sucos frescos, pão de queijo, omelete e tapioca. Cerca de R$300 reais.

Boa Viagem, ao lado de Pina, é o melhor bairro para encontrar opções de hospedagem independentes e seguras, semelhantes a hotéis arranha-céus, mas sem café da manhã. Segundo pesquisa do autor de New York Times em Recife, os apartamentos com vista para a praia variam de US $ 25 a US $ 70 no Airbnb.

Se você está comprometido com o conceito de pousada ou pensão brasileira, sua melhor aposta é ficar não em Recife, mas em Olinda, a cerca de 20 minutos de carro ao norte, onde casas coloniais foram arrumadas com cores brilhantes, criando ambientes memoráveis. A Pousada dos Quatro Cantos, com seus jardins exuberantes, camas de dossel e decorações distintas, é uma escolha à prova de falhas no coração de Olinda. Cerca de R$ 250,00 reais. (Fim da tradução)

 

E ai, curtiu? Lembre que o artigo New York Times em Recife você leu primeiro aqui no ingleseasy.com.br. 😉

Feliz ano novo! Happy New year!

 

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